Trabalho numa sala com quase duas dezenas de pessoas. E faço o que quase todos ali fazem: coloco o fone de ouvido. Não por antipatia, mas por uma necessidade quase física de silêncio, de não ter tanta gente em volta, de criar uma parede onde não há parede. Olho ao redor e vejo o mesmo…
Num grupo de WhatsApp, uma professora escreveu algo errado. Alguém retrucou. Ela percebeu o equívoco e apagou a mensagem. Não era nada grave. O tipo de deslize que, em qualquer conversa de corredor, teria durado o tempo de um sorriso constrangido e depois desaparecido. Mas a resposta que veio em seguida fez todos rirem, e…
