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Ilustração literária de arquivos judiciais antigos, jornais do século XIX e um homem lendo documentos sob luz baixa, simbolizando memória e justiça histórica.

O Exemplo

João Athaíde de Castro e Melo orgulhava-se do nome que carregava. Em Porto Felicidade, ele não era apenas um sobrenome: era uma referência, quase uma unidade de medida moral. Bastava pronunciá-lo para que surgissem histórias repetidas, polidas, transmitidas como certezas, sobre o homem que dera forma à cidade quando ela ainda mal passava de um…

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