Fui buscar meu filho na escola como sempre faço. Ele entrou no carro, jogou a mochila no banco de trás e ficou olhando para a frente. Não precisou dizer nada. Já sabia que algo havia dado errado.
Quando falou, a voz estava baixa. Não de tristeza, mas daquele tipo de constrangimento que a gente sente…
