Na semana passada fotografei o nascimento de minha sobrinha. Fiquei atrás da câmera tentando fazer meu trabalho, mas a emoção chegou antes do enquadramento. Não só pela alegria dos meus cunhados; embora isso também. Mas porque o quarto de maternidade acordou em mim uma memória que não mora na cabeça: mora no corpo. O exato…
Ontem o Facebook me trouxe de volta um texto que escrevi anunciando aos amigos que quem viria ao mundo era o Carlos Eduardo. Li a primeira linha e parei. Não pela alegria. A alegria estava lá, nítida, naquelas palavras de anos atrás. Parei pelo que aquele texto não dizia.
Medo. Era medo.
Há um consenso…
