Sempre desconfiei da frase: “Errar é humano, perdoar é divino.” Há nela uma hierarquia implícita que me soa confortável demais, como se o perdão estivesse num patamar inalcançável, reservado a uma natureza superior, enquanto a nós restasse apenas a falha.
Nunca me convenceu.
Talvez porque o perdão, ao contrário do que se repete, seja o…
