Ontem o Facebook me trouxe de volta um texto que escrevi anunciando aos amigos que quem viria ao mundo era o Carlos Eduardo. Li a primeira linha e parei. Não pela alegria. A alegria estava lá, nítida, naquelas palavras de anos atrás. Parei pelo que aquele texto não dizia.
Medo. Era medo.
Há um consenso…
