Em uma de nossas viagens de inverno, visitamos o MASP. Eu esperava um passeio comum, desses em que os pais explicam e os filhos ouvem pela metade. Mas, ao cruzarmos as salas do museu, foi Cadu quem assumiu a condução. Parava diante das obras, comentava detalhes, reconhecia estilos, citava nomes que, confesso, eu mesmo não…
Talvez seja porque o calendário virou de novo ou porque o corpo finalmente pediu trégua, mas hoje acordei com uma pergunta incômoda na cabeça: afinal, por que viajar?
A resposta fácil já conhecemos; porque se gosta, porque se descansa, porque se vê o novo. Mas isso explica pouco. É como tentar entender o mar olhando…
