Era uma sexta-feira preguiçosa, dessas em que o relógio parece conspirar contra a saída. No trabalho, entre relatórios e e-mails, um som escapava das mesas vizinhas: Fábio Jr. cantava amores eternos, promessas e despedidas. Algumas colegas, animadas com o show do dia seguinte, entoavam juntas o refrão. A cena tinha algo de adolescente, de confissões…
